domingo, 25 de janeiro de 2015

Quem é o principal alvo de criminosos digitais?








O aumento de trojans bancários, adware malicioso e malwares desenvolvidos para dispositivos móveis mostra uma clara tendência de aumento de ocorrências para 2015. O alerta é da G Data, fornecedora de soluções de segurança, representada no Brasil pela FirstSecurity.






Segundo a empresa, o ano de 2014 foi marcado pela ação maciça de malwares perigosos, como o Uroburos, e de diversos tipos de spyware criados para atacar usuários de Android e um elevado número de instâncias de malwares direcionados aos smartphones e tablets. A expectativa dos especialistas da G Data é que os dispositivos móveis se manterão como o principal foco do cyber criminosos em 2015.
A marca de 3,5 milhões de novas modalidades de malware foi ultrapassada pela primeira vez em 2014. Esta tendência continuará e espera-se ver um aumento em vários tipos de novos códigos maliciosos dirigidos aos usuários de computador pessoal e dispositivos móveis. Os trojans bancários estarão no topo da lista das ameaças, como vem acontecendo nos últimos anos, uma vez que que os criminosos cibernéticos continuam a depender deste tipo de fraude bancária on-line para roubar os usuários.
“As fraudes online, tais como a manipulação de e-mail ou a exploração de vulnerabilidades de sistemas e programas de computador, continuarão a render grande popularidade para os criminosos da Internet em 2015. Os trojans bancários atingiram um recorde no ano passado a tendência é que eles se manterão na preferência das ações criminosas”, comenta Ralf Benzmüller, especialista chefe da G Data. “Os tipos de malwares que atacam tanto o PC quantos os dispositivos móveis se torrarão a maioria entre os códigos maliciosos”.
Quase 1 bilhão de smartphones Android foram vendidos em 2014, de acordo com uma pesquisa de mercado realizada pela IDC, cerca de 84,7% de todos os smartphones vendidos no segundo trimestre. Segundo Benzmüller, os criadores de malware estão cientes disso também e estão continuamente trabalhando em novos tipos de códigos maliciosos para esta plataformas. A G Data contabilizou 751.136 novos exemplares de malware para Android nos primeiros seis meses do ano passado. Um número alarmante e os analistas esperavam que 2014 se encerrasse com mais 1,2 milhões novas amostras deste tipo de ameaça para 2014. Os números finais ainda não foram fechados, mas esta expectativa poderá ser superada.

Autor: Jocelyn Auricchio





domingo, 18 de janeiro de 2015

Primeiro Congresso Online de Governança de TI



Fique por dentro do primeiro congresso de governança e TI da ITG SUMMIT

Confira os links e participe!


Vinheta:


Teaser:

Para onde direcionar o nosso foco?



Foco em nosso umbigo? Foco no Cliente? Foco do Cliente?

Pois é, apenas usando o ITIL como uma base ou referência, por ocasião do anúncio da versão 2, a palavra de ordem era PROCESSO, e as suas disciplinas eram vistas como conjuntos de Boas Práticas e o Processo a ser seguido a partir do consenso, e de experiências bem sucedidas. Perfeito.

E chegou a versão 3 com o discurso voltado para SERVIÇO, e seu Ciclo de Vida.
E, a partir daí começa a ficar bem mais visível e delineada no horizonte a seqüência de atividades ou operações visando a entrega ou disponibilidade de um Serviço.
E quando se fala em Serviço, vem à tona com mais clareza e naturalidade a idéia e a presença do Cliente.

Cliente... pois é. Mas mesmo com este conceito e esta luz de atenção bem acesa em nossas mentes, ainda existem algumas sutilezas que precisam ser entendidas e esclarecidas, e creio que estamos então, diante de três cenários: Foco em nosso umbigo, Foco no Cliente e Foco do Cliente.

Foco em nosso umbigo – fica parecendo aquela história de estarmos preocupados com nós mesmos, e então olhando e prestando contas sempre a nossos superiores e estes a seus superiores e assim por diante na escadaria acima. Cada qual querendo sair bem na foto.
Horrível, horrível isso. Péssimo.

Foco no Cliente – tem uma característica muito sutil; fica parecendo – ou é isso mesmo – que uma das partes (nós, as empresas, as organizações, as concessionárias, os fornecedores, os prestadores de serviços, etc) imagina e se esmera em especular o que o Cliente espera de nossa parte e de nossos pares e de nossas organizações. E neste momento cometemos um erro: imaginar o que o Cliente quer, ou deseja, ou espera, sem que se desenvolva um esquema para ouvir ou saber efetivamente o que ele espera, ou quer, ou deseja.

Foco do Cliente – sim, este é o ponto. O que o Cliente espera, seus desejos, necessidades, expectativas, em relação às suas interações conosco, com nosso pessoal, com nossa empresa ou organização. E isso só iremos conseguir através de contatos, interações, consultas, relacionamentos, experimentos pessoais.

E ele, seguramente, espera ser ouvido, ter suas reivindicações atendidas, espera que ouçamos seus desejos e necessidades, e não que os estimemos por nós mesmos. E espera que sejamos honestos em nossas exposições e apreciações, sem mentiras, sem exageros, sem atropelos, sem que os sufoquemos discorrendo sobre as muitas características e funcionalidades de nossos bens e produtos, e sim que possamos discorrer sobre suas necessidades ou carências ou expectativas e aí sim, poder vir a configurar uma solução que o atenda. E isso segue sendo bem raro nos dias de hoje. Porque para muitos pode significar um aumento no ciclo da venda contrariando a expectativa dos profissionais de nossa linha de frente. Mas, com toda certeza, começa a sedimentar um relacionamento de confiança, duradouro que começa a delinear o caminho no sentido de fidelizar a relação; e isso, com toda certeza, prenuncia bons resultados a médio e longo prazo.

Problemas acontecem ? Sim, lógico, sempre; e os Clientes sabem disso.
O aspecto importante e que muitos não se dão conta é que os Clientes querem saber de que forma vamos nos comportar diante destes problemas. Assumindo a questão, tomando para nós a responsabilidade pela condução e acompanhamento do processo, dando ciência e informando sempre o Cliente sobre sua evolução, nos tornando o Ponto Focal até que o problema finalmente seja resolvido.

Abraços.

Rui Natal





quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Empresas se unem para oferecer cursos Oficiais da Microsoft Online no Brasil




Tradicionais empresas de TI se unem para oferecer cursos Oficiais da Microsoft Online no Brasil

Quatro importantes empresas de TI do Brasil, parceiras da Microsoft, desenvolveram e lançaram logo no início de 2015 um projeto que oferece treinamentos oficiais da companhia na forma online. As corporações que fazem parte desta união são SISNEMA Informática, do Rio Grande do Sul, Hepta Informática, do Distrito Federal, Mindworws, do Espírito Santo e Allen, do Rio de Janeiro.

As empresas desenvolveram o projeto que oferece cursos de especialização, na plataforma Microsoft, totalmente online. Todas as empresas parceiras (SISNEMA, Hepta, Mindworks e Allen) são há mais de uma década Centros Oficiais de Treinamentos da Microsoft, cada uma atuando no seu Estado de origem. Com o projeto para o oferecimento dos cursos no modo online, as corporações puderam implementar segurança, qualidade, confiabilidade e a garantia do serviço na modalidade, ampliando a atuação para todo o país.

Nesta primeira fase, o projeto já disponibiliza uma grade de cursos com turmas abertas que abrangem, inicialmente, os treinamentos voltados para Windows Server 2012, Exchange, System Center e Cloud. Nas próximas semanas as empresas devem lançar a plataforma do projeto, focadas por região, mas com disponibilidade a nível Brasil.

Para o Diretor da Allen, Frederick Pires, a iniciativa visa crescimento dos profissionais no país e melhorias ao acesso para fins de qualificação. “O projeto tem total condição de atender a demanda de especialização rápida, intensiva e principalmente oficial, que os profissionais brasileiros buscam e precisam. Facilitar o acesso a qualificação de excelência é investir na nossa própria mão de obra, o que pode refletir na aceleração da evolução tecnológica no nosso país”, avalia Frederick.


Em 2014, segundo a Nielsen IBOPE, o Brasil atingiu o índice de 120,3 milhões de pessoas conectada à internet, se tornando o quarto país de maior população com acesso no mundo, passando inclusive do Japão. Esta perspectiva tende a crescer nos próximos anos, potencializando ainda mais os usuários para que recebam aperfeiçoamentos nos serviços em rede e maior disponibilidade de recursos. Acompanhando este ritmo, o mercado evolui para o consumidor que cada vez mais quer facilidade e agilidade.




domingo, 11 de janeiro de 2015

Resistência á Mudança de Cultura - Problema das Empresas e Organizações



Resistência à Mudança de Cultura - Problema das Empresas e Organizações

Ou... O Complexo de Gabriela

Meus amigos e caros leitores, que tremendo obstáculo !
E o pior é que as vezes nos deparamos com uma legião de Gabrielas emburradas e irredutíveis, e muitas acabam minando o terreno ao seu redor. Feito a laranja podre que contamina e contagia as demais laranjas boas do cesto.
Mas, oh Rui, por que Gabriela ?
Basta nos lembrarmos das primeiras linhas de uma canção de Dorival Caymmi:

“Eu nasci assim, eu cresci assim
Eu sou mesmo assim
Vou ser sempre assim
Gabriela, sempre Gabriela”

De uns tempos para cá muito se tem falado sobre a tal “Mudança da Cultura Organizacional” da empresa (seja ela a nossa empresa ou nosso Cliente). E esta é uma grande realidade, uma trincheira "Gabrielística" bem difícil de ser tomada, derrubada, rompida ou by-passada.
E então acabamos observando diversas iniciativas super-hiper interessantes que decolam, impulsionadas pelos Inovadores, Amantes de Tecnologia e Visionários, e depois param quase que por um encanto (ou desencanto). E abre-se então um abismo (The Chasm) segundo o livro do Geoffrey Moore "Crossing the Chasm", em que ele apresenta o Modelo de Adoção de Novas Tecnologias que, com justa razão, também é conhecido como "Bell Curve", ou mais popularmente a Curva do Sino.
E aí então podemos olhar ao redor e nos perguntar: Quantos anúncios de Tecnologias, Suites, Frameworks, Famílias de Produtos, Soluções, Modalidades de Trabalho, etc... não se comportaram bem dentro desta linha ou tendência nestas últimas duas décadas?
Observamos aquele “oba oba” inicial, aquele "frisson", aquela correria (de alguns) e não mais que de repente a onda vai desacelerando, cessando, e a partir de um certo momento quase não se ouve mais falar na “coisa”, naquela novidade, naquela “sacada” genial, naquilo que por algum tempo foi tido como a “grande solução” para aquele problema ou aquela demanda.
E às vezes me pergunto: E aquele rapaz que já atingiu a maioridade e que é conhecido pelo singelo nome ou apelido de ITIL ?
Teria sofrido do mesmo mal ? Foi uma das laranjas contagiadas / contaminadas ?
Sim.. porque afinal de contas, segundo minha leitura e entendimento, suas idéias (Boas Práticas) se aplicam a todas as empresas e organizações em qualquer segmento do mercado, e de qualquer tamanho, sejam as Big, sejam as SMB (Small and Medium Business).

Mas a grande verdade (minha leitura) é que a tal da ITILização nas (das) empresas anda meio calada, cabisbaixa, desanimada, arredia, amarelada.
Teria apodrecido ?
Teria adormecido ?
Foi Gabrielizada ?
E quanto ao Microsoft Operations Framework (MOF), teria ido pelo mesmo caminho ?
Para pensar...
Acredito que merece de nossa parte um pouco de reflexão e análise, que tal ?


Abraços.
Rui Natal  





Segunda chance Microsoft 2015



A promoção MS  de 2ª chance voltou – “Faça qualquer exame MCP (Microsoft Certified Professional) entre 5 de janeiro de 2015 e 31 de maio de 2015. Se não for aprovado, faça novo exame gratuitamente!


domingo, 4 de janeiro de 2015

Nuvem Híbrida

Nuvem híbrida é uma das principais apostas de executivos brasileiros para 2015



computação na nuvem

Um estudo, realizado com mil executivos de alta gestão, líderes de unidades de negócios e executivos com poder de decisão de TI de 21 países, mostrou que as empresas preveem que mais da metade das aplicações e serviços serão implantados na nuvem híbrida dentro de aproximadamente três anos.
A pesquisa foi encomendada pela Avanade, empresa fornecedora de soluções de tecnologia de negócios e serviços gerenciados. Nela, também foi apurado que, enquanto as empresas de todos os tamanhos e regiões consideram a adoção da nuvem hibrida uma prioridade, há muita confusão sobre o que exatamente ela significa, além dos preparativos necessários antes da adesão.

Saindo na frente da concorrência 

Apesar das preocupações sobre segurança e privacidade, existe um ponto crítico para a utilização efetiva da nuvem híbrida. Ainda segundo a pesquisa, as empresas de todo o mundo esperam que as soluções encontradas neste formato de nuvem proporcionem uma vantagem frente aos seus concorrentes. 
Curiosamente, com os gastos em TI se movimentando para fora dos departamentos de tecnologia, os membros da alta gestão são os mais otimistas em relação ao valor das soluções de nuvem híbrida e os mais motivados a adotá-las. Na verdade, eles são 32% mais propensos a aderir do que os líderes da TI, defendendo imediatamente o movimento para aplicações críticas com dados, análises, aplicações de e-commerce e serviços voltados para o cliente.
Apesar destes resultados positivos, a pesquisa também mostra que as empresas ainda não tomaram um passo importante para realizar esta vantagem competitiva, já que a maioria não desenvolveu uma estratégia para usar nuvem híbrida como parte integrante da infraestrutura da empresa.

Um recorte mais apurado

Embora a pesquisa mostre que o prazo para implementação possa ocorrer em até 5 anos, o mercado brasileiro se mostrou mais apressado: cerca de 80% dos entrevistados dizem que a estratégia de nuvem híbrida deve ser um dos maiores focos para as empresas já em 2015, a maior média entre os 21 países que responderam à pesquisa. 
“Ainda existe a falta de informação sobre os benefícios da nuvem híbrida, pois é natural que no primeiro momento a empresa foque apenas nos custos da operação.”, diz Marcelo Serigo, CTIO da Avanade Brasil.  
Com melhorias na segurança e privacidade ao longo dos últimos três anos, a Avanade acredita que a nuvem híbrida passou de uma promessa para a realidade, e é uma possível vantagem para que as organizações deixem de lado a preocupação com a parte técnica e se concentrem em questões que são fundamentais para o crescimento do negócio. 

Alguns Destaques

Além de todos os dados apontados acima, a pesquisa da Avanade também acabou por coletar uma série de dados importantes para quem cogita trabalhar com a nuvem híbrida:
•         As empresas estão investindo nas soluções de nuvem hibrida em um ritmo mais rápido do que o de nuvens públicas ou privadas, com 69% das empresas concordando que a implementação deste tipo de solução será um dos grandes focos da área para 2015. No Brasil este número é de exatos 79%.
•         Apesar de concordarem que a adoção da nuvem hibrida é uma de suas prioridades, atualmente 58% das empresas não têm uma estratégia de implementação.
•         Poucas empresas compreendem o potencial da nuvem híbrida. 16% dos entrevistados são capazes de identificar a gama de benefícios proporcionados, como a capacidade de integrar nuvens “convencionais”, gerenciar e ajustar melhor a carga de trabalho, compartilhar a carga de trabalho em múltiplas nuvens públicas.
•         A maioria dos entrevistados (74%) concorda que a adoção da nuvem híbrida permitirá que suas organizações concentrem-se em questões que são fundamentais para o crescimento do negócio.
•         71% das empresas ainda não estão preparadas para receber a nuvem híbrida. Essas companhias estão simplesmente usando a infraestrutura que têm para executar aplicativos existentes.
•         53% das empresas identificam problemas com segurança e privacidade como principal preocupação à implementação, mas 60% admitem que as soluções de nuvem pública são mais seguras do que há três anos.
•         Empresas de todos os tamanhos e de todas as regiões esperam que mais da metade de seus aplicativos e serviços seja implantada em um ambiente de nuvem híbrida num prazo médio de três anos.